Jejum intermitente

Jejum intermitente

O prática de jejum não é nenhuma novidade. Desde a era paleolítica, quando havia períodos de escassez de alimentos, até jejuns religiosos, praticados ainda hoje por boa parte da população mundial, jejuar sempre fez parte da nossa história.
Nos últimos tempos, o jejum passou a ser estudado e praticado por motivos de saúde e, ao que tudo indica, os benefícios são diversos:
👉melhora do sistema imune
👉prevenção de doenças crônicas
👉aumento de longevidade
👉melhora de sensibilidade a insulina
👉melhor metabolismo de gorduras
👉emagrecimento
Existem vários protocolos, desde jejuns mais curtos, como o jejum noturno de 12h, até o de 16h (mais comum), e períodos mais longos, de 1 ou mais dias. A prática de jejum intermitente pode ser uma boa estratégia para alguns indivíduos, quando pensamos em melhorar o metabolismo, emagrecer e prevenir doenças e envelhecimento precoce.
O problema é que, atualmente, somos condicionados a comer o tempo todo, e ficar um período maior sem se alimentar pode parecer um grande sofrimento. De fato, para algumas pessoas, a prática pode não funcionar e até se tornar um fator excessivamente estressante, podendo inclusive desencadear compulsões alimentares. Mas, para aqueles indivíduos que já não sentem tanta fome, pular uma ou duas refeições no dia pode ser muito mais fácil que seguir uma dieta restritiva.
Vale a pena ressaltar: o jejum intermitente é apenas uma de muitas estratégias nutricionais, e a prática precisa ser feita com o devido acompanhamento de um nutricionista. Algumas pessoas relatam sintomas de dores de cabeça, fraqueza, falta de energia, muita fome, tontura… E sim, tudo isso pode acontecer, principalmente se o seu metabolismo oxidativo não está muito eficiente (e é isso que o nutri vai trabalhar pra melhorar!). Mas, se bem feito, o jejum pode sim trazer diversos benefícios à saúde e, de quebra, ainda te ajudar a eliminar aquelas gordurinhas tão temidas 😉

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